
Pegging
A inversão de papéis entre parceiros pode ser uma boa forma de manter a chama acesa. Ao mesmo tempo, segundo os estudos mais recentes, está apenas ao alcance de uma minoria da população capaz de lidar com a ideia de inverter os papéis durante o sexo. Ou seja, será que os homens estão preparados para serem penetrados, mesmo que tal garanta que a estimulação da próstata e do períneo lhes possibilite um orgasmo poderoso?
Pegging ou inversão de papéis na cama
Se você é uma mulher ou homem que busca conhecer um(a) parceiro(a), junte-se a nós! .



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Do desejo feminino de ver o parceiro vestindo uma calcinha ao prazer o do homem ao explorar a própria sexualidade de um jeito diferente: a inversão de papéis no sexo pode surgir de ambos os lados. Protagonizado pela cinta peniana, que tem um pênis artificial acoplado, o fetiche faz parte da vida de casais heterossexuais que buscam novas sensações sexuais. Em suma, na prática, o homem é penetrado pela mulher.
Apesar de parecer incomum, uma pesquisa com mais de 4.000 usuários da rede social Sexlog revelou que 43% já praticaram a inversão e 54% têm vontade de experimentar. Apenas 3% dos participantes não demonstra interesse. O UOL conversou com quatro casais que praticam a inversão. Leia os relatos...
"Começamos a fazer inversão com dois meses de namoro. Rola todo dia. A Sandra conheceu a prática comigo e eu ensinei passo a passo. Hoje, dois anos depois, ela domina bem o assunto, não fica com medo ou nojo de fazer de fazer nada. As coisas entre nós acontecem na maior naturalidade possível. Eu me sinto realizado quando uma mulher me domina. Sinto-me como um objeto sexual. E eu gosto disso. Também praticamos outras formas de humilhação, usando algemas, chicotes e consolos, além da cinta peniana e as bolinhas tailandesas. Eu vivo para dar prazer para ela". Roberto, 33, sobre a relação com Sandra, 41
"É impressionante ter orgasmo sem ao menos tocar o pênis" "Eu já praticava inversão antes de iniciar o meu atual relacionamento. A Silvana, minha parceira há nove anos, ficou sabendo sobre isso durante uma conversa nossa sobre sexo, porque sempre falamos abertamente a respeito. E um dia ela disse que queria experimentar. Fazemos pelo menos duas vezes por mês e tem dia que apenas ela é ativa. Acontece sem cobranças, naturalmente. Mudou a minha vida sexual, pois nunca tinha imaginado sentir prazer assim e muito menos vê-la sentir por fazer a inversão. Foi inusitado para ambos. Tornou-se essencial para a nossa satisfação sexual. É impressionante conseguir ter o orgasmo sem ao menos tocar o pênis. Você não acredita quando acontece a primeira vez, e vira um vício", Lopez, 60, sobre o relacionamento com Silvana, 47.... Transcrito do universa


